quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Pessoas Difíceis

 
As pessoas com as quais você tem grande dificuldade de lidar são também aquelas que podem ser os seus mais valiosos mestres.
 
Isso porque os problemas que você tem com elas não são necessariamente em função da maneira como essas pessoas são ou agem, mas sim, da maneira que você reage a elas.
 
As pessoas são aquilo que são. Desista de tentar mudá-las, julgá-las ou condená-las e olhe pelo valor que elas podem oferecer. Algumas vezes esse valor é algo que está profundamente oculto e quando você o encontra você acaba descobrindo um tesouro preciosismo; algo que pouquíssimas pessoas investem um bom tempo em descobrir.

As pessoas com as quais você interage são espelhos que ajudam a ver algumas coisas dentro de você. Com algumas pessoas, esse espelho pode ser difícil de olhar, porém, quando você tem a coragem de faze-lo, as recompensas podem ser maravilhosas.

 
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REJEIÇÃO

   
 
O urso polar Knut no zoológico Tiergarten, em Berlim
Quem nunca se sentiu como Knut, o urso polar que vive em um zoológico de Berlim?

Knut, ao nascer, foi rejeitado pela mãe, fato que comoveu o mundo ao ser noticiado pela imprensa internacional. Hoje, com quase quatro anos, é mais uma vez recusado. Agora, por três ursas que dividem com ele um cercado no zoológico. Nancy, Tosca e Katyusha ameaçam Knut com mordidas e empurrões.

Desamparado, o urso passa a maior parte do tempo isolado.

Rejeição é recusa. Pior: é repulsa. Posso imaginar o sofrimento do incompreendido Knut. Ninguém aceita na boa ser rejeitado, nem os ursos. Rejeição dói mais que soco no estômago, pimenta nos olhos, chute no saco, pé na bunda.

Ser rejeitado é ser o único a não ser convidado para uma festa. É falar e ninguém ouvir o que você tem pra dizer. É pedir licença e o outro simplesmente ignorá-lo. É ser interrompido por um “não” antes de finalizar a primeira frase. É ninguém sentir a sua falta. É não fazer a mínima diferença. É viver sendo apontado como “esquisito”, “arrogante”, “antipático”, “babaca”, “coitado”.

Bulliyng é rejeição. Virar as costas no meio de uma conversa é rejeição. Não dar “bom dia” ao porteiro do seu prédio é rejeição. Furar fila é rejeição. Falar alto em espaços públicos é rejeição. Esbarrar em alguém sem pedir desculpas é rejeição.

E a rejeição pode causar um estrago danado na confiança de qualquer pessoa que esteja menos preparada para enfrentar a maldade alheia. Sim, somos cruéis com quem não corresponde às nossas expectativas, com quem é diferente de nós, com quem nos incomoda apenas por existir. E nem percebemos o quanto podemos estar equivocados no nosso sempre apressado julgamento.

Dificuldade de relacionamento todos temos. Confesso que não é moleza aceitar com paciência zen-budista aquele indivíduo prepotente que insiste em “roubar” o meu espaço. A “perua” lipoaspirada que se livrou das gorduras extras, mas continua com “o rei na barriga”. Ou o sujeito ranzinza e reclamão que parece odiar o mundo.

Mas, assim como acontece com Knut, nem sempre há razões claras para a rejeição. Muitas vezes, repudiamos o outro apenas por arrogância. Achamos que somos melhores, mais bonitos, mais “descolados”, mais poderosos, mais interessantes, mais competentes, mais sadios. E, sem avaliar a dor que podemos estar causando aos rejeitados, agimos com a indiferença das ursas Nancy, Tosca e Katyusha.

Se a história de Knut o emociona, que tal também olhar com afeto para quem deseja apenas um pouquinho da sua atenção para ser feliz?


 


PERSISTÊNCIA



Eventualmente podemos ser jogados ao chão, mas o que vale é a persistência. O que realmente faz a distinção entre atletas é a habilidade de se ter uma boa performance em tempos de certas pressões e urgência. (Roger Staubach)

Não são o numero de vezes que você vai ao chão que realmente importa; mas sim quão rapidamente você se levanta. Todas as pessoas que tentam realizar algo significativo com as suas vidas enfrentarão tropeços e alguns retrocessos. Isso é uma fatalidade. Porém, quanto mais rápido você deixar isso no passado menos feridas irão permear a sua memória.

Quando algo lhe frustra porque se tornou em alguma coisa que está além da sua capacidade de controlar, tome uma ação com o objetivo de se certificar que você não mais irá se colocar naquela posição. Compreenda que controle da sua vida é possível obter quando você se render ao controle da graça, bondade e misericórdia de Deus. Isso se aplica à mais aparente e descontrolada situação.
Se alguma coisa está bloqueando o seu caminho, ao invés de bater com a cabeça na parede, dê a volta ao redor, olhe para cima, olhe para frente, olhe para o Senhor.
Examine a situação de uma maneira corajosa e realista e parta para uma ação construtiva.
Lembre-se que o jogo é ganho por aquele jogador que simplesmente não sabe o que é desistir...

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Começo, meio e fim ...




A vida tem sons que prá gente ouvir
Precisa entender que um amor de verdade
É feito canção qualquer coisa assim
Que tem seu começo, seu meio seu fim
A vida tem sons que prá gente ouvir
Precisa aprender a começar de novo
É como tocar o mesmo violão
E nele compor uma nova canção
Que fale de amor que faça chorar
Que toque mais forte esse meu coração
Ah coração se apronta prá recomeçar
Ah coração e esquece esse medo de amar de novo
A vida tem sons que prá gente ouvir
Precisa entender que um amor de verdade
É feito canção qualquer coisa assim
Que tem seu começo, seu meio seu fim
A vida tem sons que prá gente ouvir
Precisa aprender a começar de novo
É como tocar o mesmo violão
E nele compor uma nova canção
Que fale de amor que faça chorar
Que toque mais forte esse meu coração
Ah coração se apronta prá recomeçar

Ah coração e esquece esse medo de amar de novo
Ah coração se apronta prá recomeçar
Ah coração e esquece esse medo de amar de novo
Ah coração se apronta prá recomeçar
Ah coração e esquece esse medo de amar de novo
Ah coração se apronta prá recomeçar
Ah coração e esquece esse medo de amar de novo
Ah coração se apronta prá recomeçar
Ah coração e esquece esse medo de amar de novo


 


 

JULGAR E CONDENAR É FÁCIL ...

 
AMAR E ACOLHER NO ENTANTO ...
 



Havia numa aldeia um velho muito pobre que possuía um lindo cavalo branco.
Numa manhã ele descobriu que o cavalo não estava na cocheira.

Os amigos disseram ao velho:- Mas que desgraça, seu cavalo foi roubado!
E o velho respondeu: – Calma, não cheguem a tanto.
Simplesmente digam que o cavalo não esta mais na cocheira. O resto é julgamento de vocês.

As pessoas riram do velho.

Quinze dias depois, de repente, o cavalo voltou. Ele havia fugido para a floresta. E não apenas isso; ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo.

Novamente as pessoas se reuniram e disseram:- Velho, você tinha razão. Não era mesmo uma desgraça, e sim uma benção.
E o velho disse: – Vocês estão se precipitando de novo. Quem pode dizer se é uma benção ou não? Apenas digam que o cavalo está de volta…

O velho tinha um único filho que começou a treinar os cavalos selvagens. Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um dos cavalos e fraturou as pernas.

As pessoas se reuniram e, mais uma vez, se puseram a julgar:- E não é que você tinha razão, velho? Foi uma desgraça seu único filho perder o uso das duas pernas.
E o velho disse:- Mas vocês estão obcecados por julgamentos, hein ? Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe ainda se isso é uma desgraça ou uma benção…

Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra e todos os jovens da aldeia foram obrigados a se alistar menos o filho do velho. Nunca encerre uma questão de forma definitiva, pois quando um caminho termina outro começa, quando uma porta se fecha, outra se abre.

”Assim é o curso da vida….”


 

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