quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Reconstruir...



 

Não se espante com os problemas, nem se deixe levar pela maré, o que hoje parece ser o fim, pode ser recomeço, pode indicar um novo caminho, mesmo entre pilhas de destroço, como os japoneses depois da bomba atômica, encolhidos entre o sentar e chorar os mortos, ou pegar uma pá e reconstruir,
 
Mesmo chorando a dor da perda, cada um pegou a sua pá e decidiram viver, e fazer um novo país, um novo modelo de país, sem guerras, sem revolta, com dedicação. Talvez a sua vida pareça destruída por uma bomba, talvez você também esteja se sentindo encolhido, pequenininho entre as dores dos escombros, e o que sobrou de você é muito pouco…
 
Mas, eu lhe garanto que o dia se abre em POSSIBILIDADES, e que depende da sua decisão entre sentar e chorar, ou pegar uma pá e reconstruir, remover os cacos, e com os pedaços que se espalharam, construir.
 
Você pode construir a casa que desejar, depois da destruição da bomba, o terreno está limpo, cabe o que você sonhar, e depois de erguer sua nova casa pode ser que você descubra, que a antiga que você achava o máximo, era apenas um barracão cheio de sonhos.
 
Pegue a sua pá e vamos juntos reconstruir…
 
 
 
(Paulo Roberto Gaefke)


Ser feliz...

 
De norte a sul, de leste a oeste, todo mundo quer ser feliz.
 
Não é tarefa das mais fáceis.
 
A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.
 
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. 
 
Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.
 
E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
 
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
 
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. 
 
É importante pensar em buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente.
 
A vida não é um game onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não, não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.
 
Se a meta está alta demais, reduza-a.
Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.